sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Não há mais ...
Inspiração já não há, meus desejos se perderam no ar, tudo o que eu era acabou-se e minhas esperanças foram destruídas. Há muito tempo busco reencontrar a tal felicidade que habitava em meu ser, mas não a vejo mais e não há meio de resgatá-la, o que posso fazer se ela esvaiu-se acompanhando seus passos quando você se foi . . .
sábado, 29 de janeiro de 2011
(...) Um Título Indefinido
Ela não é mais apenas uma adolescente. Ela tem consciência de seus atos e sabe que tudo o que fizer, terá de ser responsável. Nada é como antes, agora ela tem a obrigação de se arriscar em seu mais audacioso plano de vida até hoje já arquitetado. Já pensou em ser tantas coisas , confessa, realmente, acreditava que se houvesse um amor realizado para si, teria tudo, pensava que conhecia da vida, acreditava que sentimentos eram só o que bastava, ela dormia acordada em sua bolha oblonga, confortável e perfeita, acreditando que jamais teria forças para buscar seus ideias pelo simples fato de se sentir sozinha, sua frase : - falta um pedaço! Seu desejo : - quero ser amada, me ame, me ame! Vivia pelos outros, não conhecia o prazer de ser alguém para si mesma, não entendia o que era aprender a andar só, ter independência. Não que hoje ela tenha aprendido e seja expert nessa lição de caminhada, mas uma coisa era certa. Não conhecia a felicidade em ser quem era, pois estava perdida e sempre preocupada, se agradava aqueles a quem admirava, ou não.
Se perguntava, o que fazia viva, estava ocupando espaço nesse mundo por qual razão?
Seu grave problema era passar horas a fio de cada precioso minuto, pensando e pensando qual era a graça que tudo tinha? Esquecia-se que tinha uma razão para estar viva, claro! Teria de haver um motivo, por mais torpe que fosse, por mais insignificante grau de miudeza que representasse sobre a terra.
Sempre com a estima cambaleando, mais para baixo que para o alto. Sentia-se perdida, olhava para todos a sua volta, observava pessoas com idéias fixas e objetivas, se perguntava se não era loucura delas ou se havia desistido antes mesmo de tentar. O medo do fracasso a tomava, volta e meia, quando tinha idéias de se mover finalmente, julgava-se não tão boa o suficiente, acreditava que seria engolida pelo mundo cruel lá fora.
Simplesmente por sofrer de amor, ( algo tão clichê ) achava que nada mais era capaz de fazer.
O que o amor, a sensação de reciprocidade significava para ela, era algo anormal e intenso, digo, Qual motivo de se abalar tanto a ponto de priorizá-lo, esquecendo-se de si, sacrificando-se, por que era tão masoquista pobre menina mulher? Ousaria dizer até que possuía a mente fechada, lacrada como um cofre, não conseguia enxergar as perspectivas mais óbvias.
Só uma dúvida!
De onde viria tanta carência e necessidade de estar acompanhada?
Leitor, se você lê isso como algo sobre romantismo, não digo que esteja enganado, porém abra mais o ângulo e entenda que, seu maior medo era estar só para sempre. Temia estar sem amor, mas também família e amigos.
Quando acordou, percebeu que se fazia infeliz.
Decidiu fazer algo para si mesma, ao invés de esperar dos outros algo que só poderia ser feito por ela.
A mente se abriu, aprendeu a amar-se um pouco mais, o que de fato, não significa que ainda não deva melhorar e trabalhar muito esse ponto.
A vida nos submete a situações, onde não damos o braço a torcer para enxergar o lado bom e a saída...
Hoje, uma razão para sorrir, é tomar um sorvete com os amigos, passar um tempo com aqueles que nunca a abandonaríam, desatar a rir de qualquer piada tosca, por mais patética que seja!
Claro, aquela garota ainda sofre, como todos. Sente revoltas imensas, alegrias intensas, momentos incríveis de excitação e graves crises de solidão, mas descobriu que tem nas mãos o melhor presente de todos, o amor indefinido por todas as coisas, que é muito mais forte do que qualquer vontade de suicidar-se em momentos simplesmente passageiros, de um vazio em seu coração. <3
Se perguntava, o que fazia viva, estava ocupando espaço nesse mundo por qual razão?
Seu grave problema era passar horas a fio de cada precioso minuto, pensando e pensando qual era a graça que tudo tinha? Esquecia-se que tinha uma razão para estar viva, claro! Teria de haver um motivo, por mais torpe que fosse, por mais insignificante grau de miudeza que representasse sobre a terra.
Sempre com a estima cambaleando, mais para baixo que para o alto. Sentia-se perdida, olhava para todos a sua volta, observava pessoas com idéias fixas e objetivas, se perguntava se não era loucura delas ou se havia desistido antes mesmo de tentar. O medo do fracasso a tomava, volta e meia, quando tinha idéias de se mover finalmente, julgava-se não tão boa o suficiente, acreditava que seria engolida pelo mundo cruel lá fora.
Simplesmente por sofrer de amor, ( algo tão clichê ) achava que nada mais era capaz de fazer.
O que o amor, a sensação de reciprocidade significava para ela, era algo anormal e intenso, digo, Qual motivo de se abalar tanto a ponto de priorizá-lo, esquecendo-se de si, sacrificando-se, por que era tão masoquista pobre menina mulher? Ousaria dizer até que possuía a mente fechada, lacrada como um cofre, não conseguia enxergar as perspectivas mais óbvias.
Só uma dúvida!
De onde viria tanta carência e necessidade de estar acompanhada?
Leitor, se você lê isso como algo sobre romantismo, não digo que esteja enganado, porém abra mais o ângulo e entenda que, seu maior medo era estar só para sempre. Temia estar sem amor, mas também família e amigos.
Quando acordou, percebeu que se fazia infeliz.
Decidiu fazer algo para si mesma, ao invés de esperar dos outros algo que só poderia ser feito por ela.
A mente se abriu, aprendeu a amar-se um pouco mais, o que de fato, não significa que ainda não deva melhorar e trabalhar muito esse ponto.
A vida nos submete a situações, onde não damos o braço a torcer para enxergar o lado bom e a saída...
Hoje, uma razão para sorrir, é tomar um sorvete com os amigos, passar um tempo com aqueles que nunca a abandonaríam, desatar a rir de qualquer piada tosca, por mais patética que seja!
Claro, aquela garota ainda sofre, como todos. Sente revoltas imensas, alegrias intensas, momentos incríveis de excitação e graves crises de solidão, mas descobriu que tem nas mãos o melhor presente de todos, o amor indefinido por todas as coisas, que é muito mais forte do que qualquer vontade de suicidar-se em momentos simplesmente passageiros, de um vazio em seu coração. <3
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sinceramente, falta do que fazer + falta de inspiração = Meu Post (Y)
Alguém consegue ser feliz o tempo inteiro?
Quem está sempre bem, sempre sorrindo, sempre animado, quem?
Você conhece alguém assim? Não?
Nem eu!
Estava circulando pela internet e lí algo muito interessante, as tais "Sombras"
Sombras o que são sombras?
São tudo aquilo que fica escondido dentro de nós, e que as vezes sabemos, porém fazemos de conta que não há nada alí, fingimos que não sentimos certas coisas, apenas camuflamos.
Nossas Sombras, guardam nossos potenciais, nossos defeitos e também possíveis talentos
dos quais não fazemos idéia.
O motivo pelo qual não conseguimos desenvolvê-los as vezes, é porque reprimimos.
A sociedade impõe que devemos sempre ser: Bonzinhos, compreensivos, pacientes, educados,
cordiais, simpáticos e etc.. etc.
Mas onde fica a liberdade de expressão e sentimentos no meio disso tudo?
Óbviamente não podemos sair gritando com todos no nosso dia-a-dia, devido aos problemas que nos afligem. Mas, será que é bom fingir que nada nos incomoda e vestir uma máscara alegre?
Se estudarmos nossas sombras, veremos que não são de todo o mal e que há uma forma de utilizá-las para coisas úteis e boas.
O ser humano, o que é ele?
O homem tem dois lados, o bem e o mal está em todos nós. Cabe ao indivíduo escolher o caminho a seguir diante de duas possibilidades.
Nossos defeitos são nossa personalidade, nosso lado bonzinho, irritadiço, carinhoso, rude, estúpido, atencioso, unidos formam a essência do nosso ser.
Todo mundo necessita de um tempo sozinho, é preciso equilibras as tensões que estão escondidas
em nossas "Sombras" evitando assim uma repentina explosão de emoções destinada a pessoas
erradas, que não merecem carregar nossas pequenas frustrações.
Vamos assumir de uma vez a nossa arrogância, nosso ciume, nossa básica inveja, nossa raiva,
nossa revolta, mas sempre equilibrando esses sentidos.
Ninguém é perfeito, a vida não é perfeita.
Como esperar que sejamos perfeitos, se nada ao nosso redor é perfeito?
Quem está sempre bem, sempre sorrindo, sempre animado, quem?
Você conhece alguém assim? Não?
Nem eu!
Estava circulando pela internet e lí algo muito interessante, as tais "Sombras"
Sombras o que são sombras?
São tudo aquilo que fica escondido dentro de nós, e que as vezes sabemos, porém fazemos de conta que não há nada alí, fingimos que não sentimos certas coisas, apenas camuflamos.
Nossas Sombras, guardam nossos potenciais, nossos defeitos e também possíveis talentos
dos quais não fazemos idéia.
O motivo pelo qual não conseguimos desenvolvê-los as vezes, é porque reprimimos.
A sociedade impõe que devemos sempre ser: Bonzinhos, compreensivos, pacientes, educados,
cordiais, simpáticos e etc.. etc.
Mas onde fica a liberdade de expressão e sentimentos no meio disso tudo?
Óbviamente não podemos sair gritando com todos no nosso dia-a-dia, devido aos problemas que nos afligem. Mas, será que é bom fingir que nada nos incomoda e vestir uma máscara alegre?
Se estudarmos nossas sombras, veremos que não são de todo o mal e que há uma forma de utilizá-las para coisas úteis e boas.
O ser humano, o que é ele?
O homem tem dois lados, o bem e o mal está em todos nós. Cabe ao indivíduo escolher o caminho a seguir diante de duas possibilidades.
Nossos defeitos são nossa personalidade, nosso lado bonzinho, irritadiço, carinhoso, rude, estúpido, atencioso, unidos formam a essência do nosso ser.
Todo mundo necessita de um tempo sozinho, é preciso equilibras as tensões que estão escondidas
em nossas "Sombras" evitando assim uma repentina explosão de emoções destinada a pessoas
erradas, que não merecem carregar nossas pequenas frustrações.
Vamos assumir de uma vez a nossa arrogância, nosso ciume, nossa básica inveja, nossa raiva,
nossa revolta, mas sempre equilibrando esses sentidos.
Ninguém é perfeito, a vida não é perfeita.
Como esperar que sejamos perfeitos, se nada ao nosso redor é perfeito?
terça-feira, 20 de julho de 2010
Por qual motivo, razão, circunstância?
Por qual motivo não consigo simplesmente sumir?
Por que não posso facilmente evaporar no ar para uma outra dimensão?
Por que sempre olho para trás e sinto que estou perdendo algo que já não possuo?
Qual é o meu problema?
Qual a razão pela qual não consigo voar para um lugar distante?
Qual a circunstância que ainda me prende a pensamentos obsoletos?
A quem eu estou tentando enganar, toda vez que... ?
O que eu estou querendo com isso?
Será que eu não vejo que preciso correr agora?
Como solucionar meu problema?
O que fazer?
Sento e espero ou tomo alguma atitude?
Mas que atitude tomar?
Quanto tempo isso dura? Já é tanto que nem sei quando poderá acabar.
Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas causadas por crudelíssimas certezas cortantes
que rasgam a alma e surtem uma angústia esdrúxula.
Como me sentir?
Como devo agir?
Colocar em prática planos malucos que aparentam ajudar?
Mas e se não passar de aparência?
E se isso me complicar mais?
Vale a pena deixar de lado? Digo, me forçar a tentar deixar de lado?
Por que não tenho um botão para apertar e simplesmente apagar arquivos indesejáveis armazenados?
Não compreendo o fato de não me abster do passado dessa forma doentia, e isso é para qualquer área de minha vida, uma grande mania.
Será que sou conservadora extremista?
Será que sou desesperada?
Por que antes eu tinha certeza de tudo e agora não sei de mais nada?
O que acontece com a minha psico?
Por que não consigo colocar em prática essa logia?
Qual a lógica de escrever meus temores?
Quem vai querer saber se melhorei apó postá-los?
Quem vai estar ao meu lado para saber se é fictício ou verídico?
De que me adianta relatar aqui minhas frustrações?
Quem eu sou nesse mundo?
Quem são as pessoas para quem eu sou nessa vida?
O que eu sou para as elas?
E se eu morrer? justamente aquele alguém dirá um simples..
-Que pena, eu admirava muito como pessoa, mas a vida continua.. .Então é isso?
Como consigo sentir tamanha ausência de um sujeito que me tem como mais uma?!
Será que sou uma boa amiga quando estou nas minhas crises?
Mas espere aí! Quando é que eu não estou em crise?
Será que algum dia eu fui feliz de verdade por merecimento?
As coisas ruins acontecem comigo por que eu pedi isso ao universo, pensando subconscientemente, Ah, qualé?
Pro inferno seu Universo estúpido, você não sabe de nada. Pois se soubesse, não interpretaria tantos pensamentos e desejos de maneira errônea. ( Tá, eu tô revoltada, sei disso mas passa. )
Dizem que o mundo dá voltas, mas até agora só vejo minha cabeça fazendo isso. Estou cada vez mais confusa e nem sei direito explicar o por quê! Preciso de alguma luz, algo diferente que me mostre que com paciência, tudo se resolverá. Mas só vejo o blecaute nesse momento, escuridão onde não enxergo saída e os feiches de luz, são miragens as quais me agarro com toda a força quando aparecem, e nesse exato momento eles somem, como no deserto. E me vejo só, e encurralada a uma sensação desagradabilissima.
Eu espero poder me curar.
Eu espero poder não esperar mais nada.
Eu espero não ter que me preocupar com nada disso mais a diante.
Eu sei que é difícil, mas to enfrentando como posso.
Aos que me odeiam, aguardem a minha volta.
Aos que gostam de mim, um dia irão me amar!
Aos que me amam, obrigada queridos amigos e família.
Aos que me amaram, é uma pena.. mas preciso seguir.
Logo, um dia vou simplesmente sumir e fazer tudo o que eu não consigo hoje, encontrar respostas para todas essas dúvidas escritas e por que não encontrar um alívio duradouro?
Conquistar enfim a minha liberdade interior.
Por que não posso facilmente evaporar no ar para uma outra dimensão?
Por que sempre olho para trás e sinto que estou perdendo algo que já não possuo?
Qual é o meu problema?
Qual a razão pela qual não consigo voar para um lugar distante?
Qual a circunstância que ainda me prende a pensamentos obsoletos?
A quem eu estou tentando enganar, toda vez que... ?
O que eu estou querendo com isso?
Será que eu não vejo que preciso correr agora?
Como solucionar meu problema?
O que fazer?
Sento e espero ou tomo alguma atitude?
Mas que atitude tomar?
Quanto tempo isso dura? Já é tanto que nem sei quando poderá acabar.
Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas causadas por crudelíssimas certezas cortantes
que rasgam a alma e surtem uma angústia esdrúxula.
Como me sentir?
Como devo agir?
Colocar em prática planos malucos que aparentam ajudar?
Mas e se não passar de aparência?
E se isso me complicar mais?
Vale a pena deixar de lado? Digo, me forçar a tentar deixar de lado?
Por que não tenho um botão para apertar e simplesmente apagar arquivos indesejáveis armazenados?
Não compreendo o fato de não me abster do passado dessa forma doentia, e isso é para qualquer área de minha vida, uma grande mania.
Será que sou conservadora extremista?
Será que sou desesperada?
Por que antes eu tinha certeza de tudo e agora não sei de mais nada?
O que acontece com a minha psico?
Por que não consigo colocar em prática essa logia?
Qual a lógica de escrever meus temores?
Quem vai querer saber se melhorei apó postá-los?
Quem vai estar ao meu lado para saber se é fictício ou verídico?
De que me adianta relatar aqui minhas frustrações?
Quem eu sou nesse mundo?
Quem são as pessoas para quem eu sou nessa vida?
O que eu sou para as elas?
E se eu morrer? justamente aquele alguém dirá um simples..
-Que pena, eu admirava muito como pessoa, mas a vida continua.. .Então é isso?
Como consigo sentir tamanha ausência de um sujeito que me tem como mais uma?!
Será que sou uma boa amiga quando estou nas minhas crises?
Mas espere aí! Quando é que eu não estou em crise?
Será que algum dia eu fui feliz de verdade por merecimento?
As coisas ruins acontecem comigo por que eu pedi isso ao universo, pensando subconscientemente, Ah, qualé?
Pro inferno seu Universo estúpido, você não sabe de nada. Pois se soubesse, não interpretaria tantos pensamentos e desejos de maneira errônea. ( Tá, eu tô revoltada, sei disso mas passa. )
Dizem que o mundo dá voltas, mas até agora só vejo minha cabeça fazendo isso. Estou cada vez mais confusa e nem sei direito explicar o por quê! Preciso de alguma luz, algo diferente que me mostre que com paciência, tudo se resolverá. Mas só vejo o blecaute nesse momento, escuridão onde não enxergo saída e os feiches de luz, são miragens as quais me agarro com toda a força quando aparecem, e nesse exato momento eles somem, como no deserto. E me vejo só, e encurralada a uma sensação desagradabilissima.
Eu espero poder me curar.
Eu espero poder não esperar mais nada.
Eu espero não ter que me preocupar com nada disso mais a diante.
Eu sei que é difícil, mas to enfrentando como posso.
Aos que me odeiam, aguardem a minha volta.
Aos que gostam de mim, um dia irão me amar!
Aos que me amam, obrigada queridos amigos e família.
Aos que me amaram, é uma pena.. mas preciso seguir.
Logo, um dia vou simplesmente sumir e fazer tudo o que eu não consigo hoje, encontrar respostas para todas essas dúvidas escritas e por que não encontrar um alívio duradouro?
Conquistar enfim a minha liberdade interior.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Voltando! Ou pelo menos tentando.
Mente confusa, olhares nervosos, inquietante movimento das pernas, ansiedade, talvez desânimo, ânimo repentino que visita de vez em quando, mas logo vai embora. Como pais divorciados de suas esposas fazem com seus filhos. O que causa isso tudo? A vida brinca conosco sempre que pode e faz questão de nos cutucar assim que possível.
Tem momentos onde nos sentimos tão plenos, que parece que essa sensação vai durar enternamente, porém segundos após começarmos a nos sentir assim surgem pensamentos como:
- Está perfeito demais, o que vai acontecer para estragar? não pode estar tudo certo!
Por que será que quando estamos bem, pensamos essas coisas? Culpa da vida!
Sim, eu reclamo dela e sei que de nada adianta, sei que ela não é fabulosa o bastante para ninguém, blá blá blá. Só que me intriga o fato de termos que nos conformar com tanta coisa acontecendo a cada segundo. Violência/ corrupção / maldade / sofrimento / decepção.
Ok, eu já sei o que irá dizer. Estamos aqui para crescer e evoluir com os erros, mas você há de convir que esses "supostos" testes da vida cansam.. pois parece que nunca seremos admitidos nessa escola infindável de aprendizagens árduas e complexas. Ultimamente só rezo, pois só assim tenho conseguido suportar tanta inutilidade cuja qual sou "predestinada" a passar, segundo crêem seres loucos, que entendem tanto quanto eu dessa coisa mais louca ainda denominada vida.
Tudo o que quero, é enfrentar a vida acompanhada e não só, entretanto isso perde a validade quando se trata de qualquer presença. Vivo em busca disso, não porque eu acredite que só serei feliz se tiver alguém ao meu lado, apenas devo ressaltar que sofrer de amor não é nada fácil na solidão, e que conste nos altos que qualquer ser humano acompanhado de alguém pelo simples gosto de querer, se torna ainda mais feliz do que já fora na ausência daquela pessoa. Não, eu não me basto, eu não sou auto-suficiente para enfrentar a vida sozinha, se você se considera assim. ACORDE! Se fosse possível a proeza de viver sozinho, você agora estaria numa ilha deserta e mais solitário do que aquele verme que contraímos, ingerindo comidas de higiêne e estado duvidosos. E não pertenceria a um mundo cheio de pessoas exatamente iguais a você (humanas). Alegria compartilhada é mil vezes mais feliz que reservada.
Me acha revoltada? rs Sei lá, é um direito de todos pensarem coisas a meu respeito. Só não admito pronunciarem meu nome por motivos torpes. Bye ;* ( Prometo tentar melhorar os posts )
Tem momentos onde nos sentimos tão plenos, que parece que essa sensação vai durar enternamente, porém segundos após começarmos a nos sentir assim surgem pensamentos como:
- Está perfeito demais, o que vai acontecer para estragar? não pode estar tudo certo!
Por que será que quando estamos bem, pensamos essas coisas? Culpa da vida!
Sim, eu reclamo dela e sei que de nada adianta, sei que ela não é fabulosa o bastante para ninguém, blá blá blá. Só que me intriga o fato de termos que nos conformar com tanta coisa acontecendo a cada segundo. Violência/ corrupção / maldade / sofrimento / decepção.
Ok, eu já sei o que irá dizer. Estamos aqui para crescer e evoluir com os erros, mas você há de convir que esses "supostos" testes da vida cansam.. pois parece que nunca seremos admitidos nessa escola infindável de aprendizagens árduas e complexas. Ultimamente só rezo, pois só assim tenho conseguido suportar tanta inutilidade cuja qual sou "predestinada" a passar, segundo crêem seres loucos, que entendem tanto quanto eu dessa coisa mais louca ainda denominada vida.
Tudo o que quero, é enfrentar a vida acompanhada e não só, entretanto isso perde a validade quando se trata de qualquer presença. Vivo em busca disso, não porque eu acredite que só serei feliz se tiver alguém ao meu lado, apenas devo ressaltar que sofrer de amor não é nada fácil na solidão, e que conste nos altos que qualquer ser humano acompanhado de alguém pelo simples gosto de querer, se torna ainda mais feliz do que já fora na ausência daquela pessoa. Não, eu não me basto, eu não sou auto-suficiente para enfrentar a vida sozinha, se você se considera assim. ACORDE! Se fosse possível a proeza de viver sozinho, você agora estaria numa ilha deserta e mais solitário do que aquele verme que contraímos, ingerindo comidas de higiêne e estado duvidosos. E não pertenceria a um mundo cheio de pessoas exatamente iguais a você (humanas). Alegria compartilhada é mil vezes mais feliz que reservada.
Me acha revoltada? rs Sei lá, é um direito de todos pensarem coisas a meu respeito. Só não admito pronunciarem meu nome por motivos torpes. Bye ;* ( Prometo tentar melhorar os posts )
domingo, 18 de julho de 2010
Assassino de seu próprio amor...



As vezes é preciso fingir que não pensamos mais, as vezes agimos como se a memória nos falhasse. Nos colocamos numa cápsula ilusória, uma espécie de vida nova e fazemos de conta que nada nos abala, como se nos bastássemos, fôssemos auto-suficientes. Porém, o que sabemos é que na realidade, sangramos por dentro e nossas feridas se encontram mais abertas e vivas como jamais estiveram.
Sempre ouço dizer que as coisas acontecem como deveríam e que tudo tem sua razão de ser.
Sempre ouço dizer que não devo me importar tanto, que não posso oferecer a outra face, e é necessário ter meus princípios, orguho, amor próprio e semelhantes.
Talvez apenas agora, após tantas provações eu esteja iniciando a idéia do significado desse amor próprio, e mesmo assim não compreendo por quê me permito sofrer assim, a essa altura dos acontecimentos. Ainda me sinto aprisionada ao mais feliz passado, cujo qual nesse momento se torna a minha tristeza mais profunda, a pior delas. A contradição do teu Bem, fazê-lo tão mal. Porquê seu bem lhe fez tão mal?
Todos a sua volta vivem dizendo aquelas frases clichês para você se sentir confortável, ressaltam ainda, que deve viver sua vida, que as coisas são assim e tudo é natural. Mas quando você se vê só, apenas Deus junto a ti pode mensurar a intensidade da dor que carrega, que chega a parecer incessante, infindável.
Coisas como as palavras proferidas, juras, provas oferecidas e objetos, te fazem lembrar e isso tudo parece se agravar, o chão se desfaz, tudo o que resta são malditas lembranças que não trazem nada além de sua perdição. Meu Deus! Como é terrível acordar e preferir morrer a viver, como é cruel lidar com a perda de um pedaço de você, como considerava aquele alguém, que você nunca imaginou estar sem.
Que procedimento seguir então? chorar, se esvair em prantos e lamentações, correr de medo, talvez gritar de dor. Tudo, pois quebrou-se o cristal que juntos lapidaram numa união tão errôneamente classificada sólida e inabalável.
Constatado todo o acontecido, depois de muita persistência para conformar-se, pegue uma estaca bem afiada e dilacere sem pestanejar, o sentimento vivo que habita em seu ser.
Infelizmente, não sei como fazê-lo sem olhar pra trás, sem sentir dor e sofrimento ao praticar essa execução. Eu ainda não encontrei essa resposta, e muitas vezes desencadeio certos devaneios, os mais exuberantes, onde tudo não passara de um enorme engano. O triste nisso tudo, é perceber que pessoas dizem a todo tempo, para que o faça de uma vez, mate-o! Sendo assim, talvez nós não estejamos querendo enxergar evidências que permanecem dia após dia, diante de nossos olhos. Então você conclui que mesmo ferido, mesmo sofrendo e destroçado, você necessita arrancar forças inescrupulosas de algum lugar em seu interior para conseguir enfim, tornar-se o Assassino de seu próprio amor.
Sempre ouço dizer que as coisas acontecem como deveríam e que tudo tem sua razão de ser.
Sempre ouço dizer que não devo me importar tanto, que não posso oferecer a outra face, e é necessário ter meus princípios, orguho, amor próprio e semelhantes.
Talvez apenas agora, após tantas provações eu esteja iniciando a idéia do significado desse amor próprio, e mesmo assim não compreendo por quê me permito sofrer assim, a essa altura dos acontecimentos. Ainda me sinto aprisionada ao mais feliz passado, cujo qual nesse momento se torna a minha tristeza mais profunda, a pior delas. A contradição do teu Bem, fazê-lo tão mal. Porquê seu bem lhe fez tão mal?
Todos a sua volta vivem dizendo aquelas frases clichês para você se sentir confortável, ressaltam ainda, que deve viver sua vida, que as coisas são assim e tudo é natural. Mas quando você se vê só, apenas Deus junto a ti pode mensurar a intensidade da dor que carrega, que chega a parecer incessante, infindável.
Coisas como as palavras proferidas, juras, provas oferecidas e objetos, te fazem lembrar e isso tudo parece se agravar, o chão se desfaz, tudo o que resta são malditas lembranças que não trazem nada além de sua perdição. Meu Deus! Como é terrível acordar e preferir morrer a viver, como é cruel lidar com a perda de um pedaço de você, como considerava aquele alguém, que você nunca imaginou estar sem.
Que procedimento seguir então? chorar, se esvair em prantos e lamentações, correr de medo, talvez gritar de dor. Tudo, pois quebrou-se o cristal que juntos lapidaram numa união tão errôneamente classificada sólida e inabalável.
Constatado todo o acontecido, depois de muita persistência para conformar-se, pegue uma estaca bem afiada e dilacere sem pestanejar, o sentimento vivo que habita em seu ser.
Infelizmente, não sei como fazê-lo sem olhar pra trás, sem sentir dor e sofrimento ao praticar essa execução. Eu ainda não encontrei essa resposta, e muitas vezes desencadeio certos devaneios, os mais exuberantes, onde tudo não passara de um enorme engano. O triste nisso tudo, é perceber que pessoas dizem a todo tempo, para que o faça de uma vez, mate-o! Sendo assim, talvez nós não estejamos querendo enxergar evidências que permanecem dia após dia, diante de nossos olhos. Então você conclui que mesmo ferido, mesmo sofrendo e destroçado, você necessita arrancar forças inescrupulosas de algum lugar em seu interior para conseguir enfim, tornar-se o Assassino de seu próprio amor.
sábado, 22 de agosto de 2009
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